No outro dia estava a pensar como gostaria que o meu futuro fosse e nele estava a aplicar os meus objectivos, tudo aquilo que gostava de ter e fazer, todas aquelas coisas boas que todos nós gostávamos de ter, um bom carro, uma espaçosa casa num sitio bem sossegado e um óptimo emprego... Nesta ideia de atingir rapidamente esse futuro, descuidei-me e fui mais além, fui para outro futuro. Como da noite para o dia se tratasse e de uma maneira inconsciente, apercebi que atingirei a velhice marreta, em que serei incapaz de controlar todas as minhas faculdades, virando criança e estando dependente dos outros, como se estivesse a aprender a cuidar de mim, mas de um modo inverso, de maneira que cada vez menos fosse capaz de fazer tarefas tão básicas como a higiene pessoal e o próprio alimentar-se. E mesmo assim, fui mais além...
Não! Não estou deprimido por dizer isto. Nem lá perto. Mas foi um pensamento inconsciente, descontrolado, mas frenético em que reflecti como é que seria a "vida depois da morte". Sim, como será o mundo, a vida que cá fica... "Como serei eu??" "Para onde irei eu??" "Será que deixo de existir, não como corpo humano, mas sim como ser??" São pequenas perguntas que jamais ninguém conseguirá responder. E isso aterroriza-me!! Custa-me acreditar que tudo que tem um princípio tem um fim.
Esta é uma daquelas coisas que nos faz sentir pequenos, muito pequenos, de tal maneira que o coração começa a palpitar muito mais rápido mas não mais forte, é como se ele estivesse apertado por duas mão que estrangulam-no. Sentimo-nos tão insignificantes ao perceber que estamos perante uma coisa tão avassaladora quanto é a Morte, propriamente dita.
Reflictam sobre isto! E vão se aperceber o que é!
Este vídeo mostra o Limiar do Fim.
domingo, 31 de janeiro de 2010
sábado, 23 de janeiro de 2010
"De toda a electricidade que existe, gosto de ser o neutro..."
"... Sempre recebo a reactiva!!"
E vocês perguntam: o que é isto? Pois bem, esta frase surgiu, talvez, à uma semana atrás. Não especifica nenhum contexto em especial, mas é uma óptima frase que se encaixa perfeitamente em mim. Senão vejamos. A nível profissional, não sou plenamente bem sucedido, no entanto tenho um emprego estável. A nível emocional, não sou afortunado, mas não desgosto como estou. A nível financeiro, não sou dono de nenhuma mansão, mas também não ando com o cinto apertado, apesar que a tendência seja para isso. Estes são os principais aspectos que me preocupa agora.
Basicamente, a frase exprime: tal como existe a electricidade poderosa e perigosa pronta a consumir, também existe electricidade vinda dos equipamentos que não a consomem por completo, chamada de electricidade reactiva que é devolvida à rede. Isto, de certo modo, é aquilo que recebo da vida. Não por aproveitar o que é dos outros ou seus restos, mas sim colocar-me numa posição intermédia (neutro) onde dispenso qualquer tipo de conflitos. E assim recebo sempre o que me é devido, humildemente.
E vocês perguntam: o que é isto? Pois bem, esta frase surgiu, talvez, à uma semana atrás. Não especifica nenhum contexto em especial, mas é uma óptima frase que se encaixa perfeitamente em mim. Senão vejamos. A nível profissional, não sou plenamente bem sucedido, no entanto tenho um emprego estável. A nível emocional, não sou afortunado, mas não desgosto como estou. A nível financeiro, não sou dono de nenhuma mansão, mas também não ando com o cinto apertado, apesar que a tendência seja para isso. Estes são os principais aspectos que me preocupa agora.
Basicamente, a frase exprime: tal como existe a electricidade poderosa e perigosa pronta a consumir, também existe electricidade vinda dos equipamentos que não a consomem por completo, chamada de electricidade reactiva que é devolvida à rede. Isto, de certo modo, é aquilo que recebo da vida. Não por aproveitar o que é dos outros ou seus restos, mas sim colocar-me numa posição intermédia (neutro) onde dispenso qualquer tipo de conflitos. E assim recebo sempre o que me é devido, humildemente.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Larsen B. O que é isto?!
Já algum tempo que não coloco aqui nada, mas já sabem que é no facebook que tenho andado.
Desta vez coloco aqui algo totalmente diferente do que tenho feito até agora.
A propósito do livro que estou a ler (Sétimo Selo), este vídeo demonstra bem os efeitos directos que o aquecimento global já tem sobre o degelo, mais propriamente que teve sobre a plataforma glaciar Larsen B, na Antárctida, uma vez que ela já não existe mais. Era uma plataforma tão grande quanto o estado Rhode Island dos EUA, 50º maior estado, com cerca de 3 250 km quadrados e 220 metros de espessura, e cuja a fragmentação completa ocorreu em pouco mais de 3 meses.
Desta vez coloco aqui algo totalmente diferente do que tenho feito até agora.
A propósito do livro que estou a ler (Sétimo Selo), este vídeo demonstra bem os efeitos directos que o aquecimento global já tem sobre o degelo, mais propriamente que teve sobre a plataforma glaciar Larsen B, na Antárctida, uma vez que ela já não existe mais. Era uma plataforma tão grande quanto o estado Rhode Island dos EUA, 50º maior estado, com cerca de 3 250 km quadrados e 220 metros de espessura, e cuja a fragmentação completa ocorreu em pouco mais de 3 meses.
A destruição desta imensa plataforma está a provocar outro efeito grave sobre a península onde se localizava, que foi a destruição de uma barreira de ar frio que a plataforma de Larsen B detinha e que impedia a entrada de ar quente vindo da América do Sul. Sem esta barreira, os glaciares instalados nos montes da península estão desprotegidos e mais sujeitos aos ventos vindos da América do Sul.
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